terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Nora putinha

Recentemente completei 54 anos de idade, estou divorciado, moro sozinho e tenho apenas um único filho homem que se chama Afonso, mas todos os chamam de Afonsinho. Ele se casou muito jovem com uma colega de faculdade chamada Elizabeth (Beth), mas um fato aconteceu conosco que mudou bastante nossas vidas. Em junho de 2008, meu filho pediu-me para passar um tempo morando comigo, pois estava com dificuldades de pagar o aluguel do apartamento onde residia. Eu não coloquei nenhum obstáculo, já que onde moro, tem um dormitório desocupado, bastante amplo e confortável. Afonsinho trabalha no período noturno em uma transportadora de valores e todas as noites, eu acabava ficando sozinho com a minha nora. Beth é uma verdadeira gatinha, tem 22 anos de idade, olhos verdes, cabelo loiro e além de ser muito sensual, seu sorriso é extremamente cativante. Em casa, ela sempre usa short de malha onde destaca bastante sua calcinha que parece estar sempre enfiada no rego, mas sempre faço o possível para não ficar observando os atributos da esposa do meu filho. Em algumas ocasiões, confesso que já fiquei muito excitado vendo-a perambulando pela casa. Em uma determinada noite, Beth chamou-me em seu dormitório, para mostrar seu novo traje de bando que havia comprado. Quando entrei, eu quase tive um infarto, pois ela vestia um minúsculo biquíni, tipo fio-dental, que realçava a parte de seu corpo que mais chamava minha atenção, ou seja, sua bundinha. Naquele momento, não pude controlar minha ereção e ela acabou percebendo através volume do meu calção. Falei sem cerimônias, que mesmo sendo a mulher do meu filho, era difícil não sentir algum tipo de excitação vendo-a daquela maneira. Ela então, veio em minha direção dizendo que entendia minha posição e acabamos nos abraçando de uma forma fraternal, mas com pitadas de desejos. No dia seguinte, ficamos sem nos falar direito, até que no meio da semana, eu cheguei mais cedo em casa e escutei alguns gemidos vindos do quarto do casal. Era evidente que o Afonsinho e a Beth, estavam tendo relações sexuais e eu acabei ficando muito excitado ouvindo a voz da minha nora, pedindo pro marido gozar logo, senão iria chegar atrasado no trabalho. Rapidamente eu fui pro banheiro esfriar minha cabeça com bastante água fria e ao sair do banho, percebi que meu filho já havia saído, deixando a porta do quarto deles somente encostada. Com muita curiosidade, empurrei a porta do quarto deparando-me com uma cena extremamente excitante. Beth estava de bruços sobre a cama, totalmente nua e o ambiente ainda exalava aquele cheiro característico de sexo. Então, fiquei observando por alguns minutos o corpinho da minha nora, que naquele momento perecia estar dormindo. Tomado por um impulso descontrolado de desejo, tirei meu roupão e fui pra cima dela com todo carinho. Beijei suas costas e fui encaminhando minha língua até chegar em sua bundinha que por diversos dias não saía de minha mente. E num ato insano, abri suas nádegas e observei que seu ânus estava bastante melado de sêmen, demonstrando que eles haviam tido uma relação anal. Para minha surpresa, Beth começou a falar bem baixinho: – Meti no meu rabinho! Quero o senhor dentro de mim… Agora! Com meu membro totalmente ereto, dei umas salivadas na glande e iniciei calmamente a penetração. Como o canal retal já lubrificado, fui introduzindo carinhosamente, mas ela começou a reclamar dizendo que minha chapeleta era muito grande e que não agüentaria tudo no cuzinho. Mesmo assim, não dei ouvidos às suas reclamações e fui lentamente introduzindo, até que em pouco tempo, comecei a bombar com muita habilidade naquele anelzinho de prazer. Beth se contorcia, tentava escapar, mas segurei-a sem chances de qualquer evasão e então, dei início a mais extraordinária foda anal da minha vida. Bombei feito animal no rabo da minha nora que falava insistentemente: – Aiii… Sogrinho! O senhor está rasgando meu cuzinho! Devagar…! Tá doendo sogrinho…! Logo depois, coloquei-a na posição de cachorrinho e mandei rola naquele rabinho que ainda aparentava estar pouco sovado, mas quando ela falou: – Goza logo que eu estou com vontade de cagar! Tira que eu não estou agüentando mais! Tira logo…! Ouvindo isso, não pude mais resistir e acabei inundando o intestino da minha querida nora de muita porra. Gozei feito um animal e para completar, quando retirei o membro de seu reto, ela começou a despejar uma quantidade incrível de merda e porra, o que acabou sujando totalmente o lençol da cama. Beth falava palavras desconexas enquanto expelia, pois parecia estar em transe de tanto prazer. Depois dessa loucura, continuamos trepando quase todas as noites, mas num certo dia fomos flagrados pelo Afonsinho na sala de estar, fazendo um 69. Por alguns segundos o mundo parecia desabar na minha cabeça, mas ele rapidamente falou que sempre desejou ver sua mulher, transando com outro homem enquanto assistia tudo bem de perto. Descobri naquele momento que meu filho era voyeur assumido e também desejava ser corno manso. Acabamos tendo uma conversa muito franca e a partir daquele dia, estamos vivendo uma loucura a três, pois compartilhamos da mesma mulher de todas as maneiras possíveis e impossíveis. Num certo final de semana prolongado, Afonsinho e eu, demos uma curra na Beth onde rolou muito sexo anal, vaginal, dupla penetração e no final, ela acabou bebendo nossos espermas como se tivesse tomando um delicioso leitinho. Minha nora tem um apetite sexual fora do normal e para finalizar essa loucura, ontem ela nos comunicou que está grávida de um de nós. Agradeço aos muitos e-mails recebidos…!

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