sábado, 19 de janeiro de 2013

VINGANÇA ANAL COM A AMANTE DO MEU MARIDO


Referência (ID): 187
Acordei ouvindo o canto dos pássaros e um sol radiante entrando
pela minha janela do quarto no 2.andar da casa. Tateei instintivamente
para encontrar o braço do meu marido Klaien, mas encontrei o vazio
dos lençóis recém abandonados. Abri os olhos e ele já tinha ido
embora, com certeza para uma reunião bem cedo no escritório.
Fiquei curtindo os raios de sol, quando notei um barulhinho na
extensão do meu telefone. Apertei o botão do ‘viva voz’ para checar.
Era a voz de Klaien conversando em voz baixa com uma mulher.
Reconheci do outro lado da linha a voz jovem da minha melhor
amiga Tara, uma lourinha de 22 anos com uma carinha de anjo
e uma bunda de fazer me fazer inveja, que havia recém retornado
de alguns anos de universidade nos Estados Unidos.

Eu a conhecia desde garotinha e fui sua confidente quando ainda
era adolescente. Acabamos nos tornando ótimas amigas se bem
que notava um certo olhar de tesão do meu marido Klaien, que em
varias circunstâncias era correspondido com um olhar pimentinha
da minha amiga, mas eu achava que era só uma brincadeira...
Até que naquela manhã me dei conta de que eles já eram amantes
há tempos, mas que Klaien, um fanático por sexo anal, ainda não
tinha conseguido faturar aquêle cú, se bem que já estivesse quase
conseguindo induzir Tara a experimentar. No telefone ela prometia
que iria tentar na primeira oportunidade em que eu não estivesse
em casa e ele a chamasse. Fiquei possessa de raiva, tanto pela
traição de meu marido, como pelo par de chifres que minha melhor
amiga estava atarrachando na minha testa.

Resolvi então me vingar. Trouxe da garagem uma armação de
madeira que Klaien e eu havíamos comprado com idéias de
sexo não convencional, e instalei a traquizomba num quarto vazio
ao lado do meu.. A seguir liguei para Tara e a convidei para um
drink na minha casa no meio da tarde. Ela apareceu toda alegre
e após alguns drinks que a deixaram bem descontraída levei o
assunto da conversa para o sexo anal, quando ela então me confi-
denciou que nunca tinha feito e que achava que doía, mas que
precisava achar um jeito de começar a fazer, pois tinha arrumado
um namorado (sei...) que queria tentar isso com ela..

Eu então disse que conhecia o assunto de cabo a rabo (desculpem
o trocadilho) e que poderia ensinar a ela a como dar o cuzinho e
gostar... Para isso eu a induzi a vestir uma lingerie bem sexy que
eu tinha a disposição, se bem que achei que aquele rabão ia ter
dificuldade em entrar na minha vestimenta..., e avisei que eu iria
me preparar no andar de cima, onde também coloquei uma roupa
negra de lésbica dominadora.

Ao descer as escadas já encontrei Tara preparando os drinks.
Sua bunda ficou ainda maior dentro da minha lingerie e meus
pensamentos de vingança ficaram ainda mais agressivos com
a visão daquelas carnes prontas para serem saboreadas e
tesadas com requintes de perversidade...

- E então Tara, quer dizer então que o seu namoradinho novo
tem tesão na sua bunda ?
- Minha bunda ? Como você sabe disso ? Não falei nada..
- Ah minha filha, aqui na nossa terra todo homem gosta disso.
Deixa eu dar uma olhada no seu trazeiro. Vira de costa !
- Tá
- Hummm.. que bundinha redonda, gostosa e suculenta...
Acho até que o meu Klaien gostaria de ver esta bunda desnuda..
Você já fez sexo anal antes ?
- Não. Fiquei muitos anos nos Estados Unidos e lá o pessoal
dá mais bola pra peito que pra bunda, mas logo que cheguei
de volta ao Rio, comecei a receber muita atenção no meu ‘derriere’.
- É acho que vou ter que te ensinar o assunto, mas primeiro vou
checar se você sabe se preparar e se está convenientemente
depiladinha onde precisa. Debruce-se sobre a banqueta do bar.

Tara se debruçou e me mostrou aquele traseiro gostoso, que
comecei a acariciar ao mesmo tempo que lembrava da traição que
a sacana estava me proporcionando, e resolvi começar o castigo,
lhe aplicando sonoros tapas naquelas nádegas macias. Tara se
espantou com as palmadas e deixou escapar uns gemidos mistos
de dor e prazer. Abaixei então suas calcinhas e lhe disse que
iria examinar o olho de seu cú, para ver o que ela realmente tinha
a oferecer ao seu parceiro. Enquanto lhe abria o rabo comentei:

- Bem, a primeira coisa que você tem que aprender antes de
oferecer o seu rabo para um cara como o meu Klaien... que é
tarado por um bom cú, é que você tem que vir com um cú
totalmente depilado... o que você naturalmente esqueceu de
fazer agora... Mas vamos cuidar disso...

Abri bem seu cuzinho, que era bem apertadinho e rosinha.
Juro que senti um desejo incontido de dar uma linguada naquele
rabo de pecadora, mas me contive.
Ordenei a ela que ficasse de quatro sobre uma mesa de centro
da sala, e que abrisse bem as pernas, ficando bem na beirinha.
Aproveitei então para o 2.castiguinho e fui repuxando seus
pelinhos do cú, lhe provocando gemidinhos de dor, e dizendo
que eles não poderiam estar ali, e que eu estava pensando em
remove-los um a um com uma pinça. Os olhos da menina se
encheram de lágrimas, e minha xota começou a babar na hora
antevendo o suplicio por que minha vítima imaginava que ia
passar, mas... resolvi ser boazinha e disse que ia usar o
barbeador do meu marido para fazer o serviço...

Perguntei-lhe então se estava limpinha no interior...
Ela disse que achava que sim, mas eu disse que não estava
bem certa, e que portanto iria prepara-la uma vez para ela
aprender como vir prevenida para sexo anal com seu parceiro.
Trouxe então um balde, uma garrafa de água e um tubo flexível
com uma cânula na ponta. Inseri uma das pontas do tubo na
garrafa e aproximei a cânula do rosto de Tara ordenando que o
chupasse como se fosse uma pica fina, para umedecer e
lubrificar a ponta que em breve lhe entraria no ânus.

- Vamos, cospe na ponta, pois isto vai entrar no seu rabo a dentro.
Chupa como se fosse uma piroquinha.
Agora abaixa e fica quietinha...
- Aaaaaai...

Enterrei a cânula no cú da garota e abri o registro da bombinha
vendo fluir a água pra dentro do reto da safadinha.
- Tá frio.. aaaai.. uhffff...
- Aguenta... isso... mais um pouquinho (e abri todo o registro)
- Uhhhhh.. minha barriga tá inchando...
- Pronto (e removi o tubo do cú dela)... Pode soltar...

Tara fez força e do cú dela saiu um esguicho de água para
dentro do balde. Ela morreu de vergonha, e eu de prazer...
O cú piscava e jorrava água e ela gemendo..
- Mais uma vez.. (e entubei ela de novo)
- Aaaai... ahn....
E mais água penetrou no rabicó...
- Aaai.. estou tão cheia....
- Pronto.. mostra como você agora tá lipinha.. solta.. vamos..
E mais aguinha saiu do cuzinho rosa... até sair um punzinho
indicando que toda a água tinha saído.
- Boa menina...!!

Levei embora o balde e os apetrechos e voltei com um tubo
de creme de barbear e o barbeador do meu marido.
Agora eu ia acabar com o fio da lãmina do filho da puta,
mas por um bom motivo... Tomara que na próxima vez que
for se barbear, corte todo o rosto.. safado...
.
- Abra bem a bunda e mostre esse cuzinho que eu vou
ensaboar ele.
Que delicia passar o creminho naquela bunda bonita e
o cuzinho rosa que não parava de piscar.
- Ai.. tá frio...
- Tá frio é ? Isso é para aprender a na próxima vez não
se apresentar com um cú cabeludo..
Enquanto passava o creme ela abria o mais que podia
a bunda e me senti tentada a lhe dar uma boa dedada
na roseta, mas achei que ela poderia desistir com o susto
e novamente me contive e me concentrei em espalhar o creme.

Cuzinho ensaboado.. passei a lhe raspar os pentelhinhos
com o barbeador. Nunca tinha feito isso e a sensação é
maravilhosa. Raspar os fundilhos de uma garota nova não
deixa de ser um tesão... E a garota tem mesmo uma bunda
fantásticamente bonita. Quase que virei o barbeador ao
contrário e lhe enterrei o cabinho no cuzinho.... Ai ai....

- Acho que você vai ter que vir semanalmente aqui para eu
manter a sua bunda bem raspadinha.
O meu Klaien jamais gostaria de comer uma bunda cabeluda
principalmente porque ele adoooora chupar um cú lisinho.
Terminada a raspação dei-lhe um banho de rabo com o copo
d’agua, e ordenei que tirasse toda a roupa e viesse ter comigo
no quarto.

Sentada sobre minha cama lhe disse que o cú tem que ser
preparado e alargado antes da penetração do home, e lhe
perguntei se ela costumava se masturbar analmente. Ela disse
que fez algumas vezes, mas não recentemente.
Ordenei então que pegasse um consolo ambivalente de
plástico transparente na mesinha de cabeceira, se deitasse
ao meu lado e passasse a lambe-lo, tentando depois colocar
o lado mais fino no olho do cuzinho. Com dificuldade e um
monte de gemidos ela conseguiu lentamente introduzir um
lado. Mandei então que tentasse com o lado mais grosso.

Como não estava conseguindo, tentou alargar o fiofó com
um e depois dois dedos e então tentou de novo com o
consolo do lado grosso.

- Ai meu Deus, como é grande e grosso !!
- Sim Tara, é grosso mesmo mas tem que tentar.
De bunda pra cima e ajoelhada sobre a cama, Tara tentava
empurrar todo o consolo pra dentro... Finalmente conseguiu
e aquela bolona entrou toda no furingo da sacana.
- Isso menina... Tá ficando bom... Agora esse cú tá alargando
como deve. Agora que entrou tudo, vem me beijar a bunda
pois adoro isso, e muito homem também.

Tara veio envergonhada me beijar as nádegas.
Fiquei de quatro e mandei que lambesse meu cú.
Ela franziu o cenho mas atendeu meu pedido.
Finalmente a minha ex-melhor amiga estava sendo
condenada a chupar meu cú.

Ainda com o consolo no rabo mandei que deitasse de barriga
pra cima e sentei com o cú na boca dela ordernando que
enterrasse bem a língua no meu ãnus. Propositalmente
arriei o corpo sobre a cara dela tentando asfixiá-la mas
ao mesmo tempo ordenando que não parasse de enterrar a
língua no meu cú. Ela quase desfaleceu, daí aliviei, mas
voltei à carga e dei-lhe outra sentada de cú no rosto dizendo:
- Não tá conseguindo respirar, lindinha ? Mas também quem
se importa com isso.. rsrsrs... Primeiro vem o prazer do teu
parceiro, depois a tua necessidade de respirar.
Eu tava mazinha mesmo. Minha cara devia estar espelhando
a bruxa da Branca de Neve... hehehe...

Comecei a lhe tocar uma gostosa siririca enquanto ela
continuava a me lamber a bunda, até que ela entrou em
extase e começou a gozar, me agradecendo...
- Agradeça me lambendo o cú, menina... vamos...!!!
Isso !! Boa menina.. boa menina... !
Tirei os dedos de sua boceta e enfiei na boca dela dizendo
- Agora vamos foder um rabo, mas antes você vai tomar
mais um drink comigo.

Fiz ela tomar uma bebida que eu tinha previamente preparado
e em alguns minutos ela já estava meio tontinha e me deixando
leva-la para onde eu quisesse. Amparei-a e fui trazendo ela para
o quarto onde estava a minha ‘maquina de tortura’, e a alojei
na armação de madeira com metade do corpo para a frente do
batente e a outra metade incluindo aquela bunda carnuda, na
parte de trás. Prendi-lhe as 2 mãos para trás no barrote e
deixei-a com os joelhos encostados na armação, mas ainda de pé.
Totalmente travada e com os movimentos restritos, ela estava
como eu queria para a punição final...

Saí do quarto e voltei com um cinturão (strap) com um enorme
pirú negro assestado nele. Tara gelou...
- Que vai fazer comigo, Carla.. Que isso meu Deus.. Não me diga
que vai me enfiar esse pau de jumento na bunda...
- Acertou queridinha..., mas primeeeeiro, vai chupar o cacete bem
direitinho pra proteger seu próprio rabo, pois não vou usar
vaselina.. Vai no teu cuspe mesmo..portanto.. capriche.
Meninas más como você, tem que passar por um castiguinho
vez por outra, para aprenderem a serem mais honestas e
obedientes, viu ? E diga, sim senhora/sim senhor ao seu
dominador. Entendeu ?
- Sim senhora, murmurou Tara....
Enfiei-lhe fundo o pau na garganta até ela engasgar segurando
firme no seu rabo de cavalo loirinho, e disse:
- Seja submissa, e quando disserem que você é uma tremenda
de uma puta rampeira, sorria e diga: Sim senhor.
Agora chupe o pau que vai lhe arrombar o rabo ..
Isso.. cuspa nele.. .. Acha que o pau tá pronto pro teu rabo ?
- Sim, senhora

Fui até a parte de trás dela e iniciei uma longa sessão de
chapoletadas naquela bunda indefesa. Abri-lhe o cú, dei
algumas boas cusparadas para deixar o cú bem molhado
e aí parti para o castigo final..
Tasquei pica naquele cuzinho assustado enquanto ela gritava.
Não tive pena da filha da puta, afinal era ela que estava me
pondo um tremendo par de chifres... Tinha que pagar a piranha...

Afundei bem o caralhão no olho da roseta dela...
- Ai meu Deus, tá grande demais.. Aaaaaaaaaaai caralho....
Tá arrombando o cú Carla...
- Vai gozar no meu cacete sua filha da puta ?
Eu segurava ela pelos bracinhos presos e fudia aquele cú
como se fosse um homem.
- Vai querer que eu enterre as bolas também, safada ?
- Não, pelo amor de Deus, não... aaaaaaaaaaaahnnnn
Que tesão maltratar a galinha.

Quando cansei removi devagarzinho o tubão preto do
nozinho da garota, que agora estava um túnel de tão aberto.
Me aproximei dela pela frente com a piroca balançando,
me abaixei até ficar cara a cara com ela e disse...

- Ainda vai dar o seu cuzinho hoje pro seu namorado ?
- De jeito nenhum..... Acho que vou ficar sem nem poder
sentar por pelo menos uma semana....
- Mas era isso mesmo que eu queria... Agora fica aí um
tempo para pensar nas sacanagens que tem feito com os outros
que mais tarde, talvez eu te libere, sua cachorra.

Klaien tão cedo não ia poder chegar perto daquele cú... Bem feito.

Beijoka da perversa e vingativa

Carla Zéfira

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