domingo, 6 de janeiro de 2013

Minha esposa dando pro traveco


Sempre tive relacionamento bem liberal, desde que éramos namorados, ela sempre teve o que quis e o que teve vontade, todos seus desejos sempre foram atendidos, basta pedir.
Na cama já fizemos praticamente tudo, até que ela comentou comigo que gostaria de conhecer e talvez até transar com um travesti. Só em falar isso, já imaginei ela dando pra um traveco e fiquei tarado louco pra realizar o desejo dela. Travesti é uma de minhas taras, tem um que conheço e tenho como minha namorada (o) quando tenho vontade, encontro com ele e me esbaldo, dando a bunda e chupando pau, coisa que adoro, diga-se que Barbara, meu traveco, tem pau enorme além de lindo, a bunda redonda e gostosa, o cu é bem arregaçado, os peitos deliciosos e grandes, loira linda de olhos verdes, enfim uma loucura.

Bem logo que pude liguei pra ele e contei tudo, falei que seria a primeira vez de minha esposa com um travesti e queria que fosse ele o primeiro e se ele topava, ele disse que sim que adoraria meter nela e no maridinho dela, pedi pra ele só não contar nosso relacionamento de vários anos pra minha esposa, ele concordou, combinamos tudo, e no dia que ela quisesse então dar pra um travesti eu avisava e combinaríamos o local e onde caçaríamos Barbara.

Numa sexta-feira ao chegar a casa, encontrei minha mulher arrumada, cabelo feito, unhas, pés, perfumada, daquele jeito que as mulheres se preparam quando tão a fim de uma pica. Logo que entrei ela me disse: “queres te divertir hoje? Eu to a fim e de uma coisa nova, lembra quando me prometeste um travesti? O que achas de tentar-mos um hoje?”. Não poderia existir convite melhor, dizendo que ia tomar banho e me arrumar, fui logo paa o quarto ligar para Barbara, que de imediato combinou o local que ia nos esperar.

Tudo pronto saímos passei na avenida onde Barbara estaria claro que com uma fila enorme de colegas caçando machos que queriam uma boa pica de traveco, mostrei Barbara para Tati, minha esposa e disse “acho que aquele ali é uma delicia” ela concordou, parei o carro chamei Barbara, convidei-a para uma festinha a três com minha mulher sendo o doce da festa e já partimos para um Motel.

No caminho minha esposa foi perguntando como era a vida deles e outras coisas, quando chegaram ao motel pareciam grandes amigas, minha mulher elogiou muito a beleza de Barbara que nem dava pra acreditar que ela era travesti. Subimos pro quarto as duas na minha frente de mini-saias, Barbara já levou a mão na bunda de minha esposa que retribuiu agarrando também a bunda de Babi como a gente chama ela, as duas subiram uma alisando a outra, como conheço minha esposa já sabia que a xotinha dela devia estar uma sopa de tão molhada e ela muito tarada como sempre.

Logo que entraram no quarto as duas ficaram de frente uma pra outra e tacaram um beijo na boca esfomeadas, línguas se explorando, se chupando, se Lambendo, as mãos de minha mulher nos seios de Babi que tinha as suas na bunda de minha mulher, puxando de encontro ao seu ventre, enquanto eu só olhava o lindo embate das duas, que se esfregavam como doidas cada uma querendo sentir a outra, Barbara levantou sua saia, arriou sua calcinha e liberou o gigantesco pau no meio das coxas de minha mulher “Nossa o que é isso? É de verdade? Que delícia... escolhestes bem, maridinho gostoso”disse minha esposa ao ver e sentir o cacetão de Babi no meio das coxas atravessando-a e roçando nas nádegas.

Rebolou muito no pau do traveco, em seguida afastou-se tirou o vestido, o soutien, a calcinha ficou nuazinha e Babi também fez o mesmo a visão era lindíssima duas mulheres gostosas, bonitas, seios fartos e uma delas com um pau enorme balançando pra outra, minha esposa não perdeu tempo abaixou-se na frente do travesti e colocou o pau dele na boquinha iniciando um delicioso e lindo boquete, aquele pau entrava e saia da boca de minha esposa que chupava com prazer, me olhava com carinha de puta safada que esta se deliciando com uma guloseima, eu olhava com o pau na mão batendo uma punheta e bem tarado com a cena que via, minha mulher chupava, tirava da boca passava o pau no seios, metia na boca, tirava passava no biquinho dos peitos, lambuzando as tetas todas com aquele caralhão do traveco que dizia.

“Chupa putinha, chupa pro maridinho ver a boqueteira que ele tem em casa e que adora mamar numa pica, engole meu pau todo cadela, quero gozar nesta carinha que tens.”
Minha esposa é loira de origem alemã, então tem a pele clara e qualquer coisa fica vermelha, assim estava rosto vermelho afogeado, babado com Babi tentando meter o pauzão goela abaixo de minha esposa que se engasgava a todo o momento, mas não tirava o pau da boca, sentia ânsia de vômito, mas agüentava firme as estocadas de Babi na boca, enquanto segura o cabelo e a cabeça de minha mulher ritmando os movimentos do boquete como se tivesse fudendo a boquinha dela.

Puxando pelos cabelos ergueu minha esposa deixando-a em pé com o pau roçando no ventre dela que abriu bem as pernas pegou no cacete de Babi colocando na entradinha da buceta começou a rebolar e por a pica dentro dela, que tirou da bucetinha dela como pra torturar minha esposa esfomeada por uma pica na buceta. “fica de quatro na beirinha da cama putinha, agora vais sentir o que são vinte e dois centímetros de pau dentro desta buceta de vadia que tens. E tu maridinho vem perto ver isto entrar e arregaçar tua putinha vou foder esta buceta bem gostoso pra tu ver, gostas de ver esta cadelinha rebolando noutro pau? Ela já levou 22 centímetros na racha? Quero arregaçar esta rachada, fazer ela gemer gostoso e te mostrar como a puta gosta de ser mulher da vida, rebola cadela” dizendo isso deu uma palmada forte na bunda de minha esposa que gemeu e contraiu a bunda com a dor e o susto do tapa forte e barulhento.

Agora ele já tinha enfiado todo aquele enorme pau que mais parecia um bracinho de criança todo na xana dela, socando sem dó nem piedade naquela bucetinha que tanto amo e que via sendo arregaçada pelo pau do travesti, que socava e xingava ela de tudo que era putaria, as bolas dele batiam na buceta dela que só gemia e me olhava, eu ainda tinha um misto de ciúme e desejo, vendo aquele lindo corpo de mulher com um pau enorme fazendo minha mulher sentir prazer em rebolar pra ele, enquanto levava palmadas na bunda que estava marcada e vermelha pelos dedos dele que metia e batia nela, sempre dizendo que ela era puta, vadia, boqueteira, vagabunda, pervertida, que gostava de fuder na frente do marido corno, enquanto eu olhava tudo bem de perto, vendo aquele pau entrando e saindo ate com certa facilidade agora, na xoxota da minha mulher, engraçado como buceta é elástica, em seguida ela se ajusta ao tamanho do que tiver sendo colocado dentro.

O pau dele escapou, “pega ele e coloca na buceta desta puta, sente ele entrando nela, olha como ela se abre pra receber um cacetão olha” disse ele me olhando, peguei naquele pau tesudo que fodia minha esposa e que muitas vezes já chupei e senti no meu cu, esfreguei a cebeçona no grelo dela que gemeu, vendo que ela gostou, olhando pra trás pelo meio das pernas bem abertas me vendo roçar o pau dele no grelinho fui batendo uma siririca com a cabeça do pau dele na buceta dela que começou a gemer dizendo que ia gozar, eu esfregava o pau dele no grelo dela, muito rápido, desesperado pra ver ela gozar, de repente a putinha tirou minha mão do pau dele e ela mesmo coordenou os movimentos na bucetinha dela urrando e gritando muito alto gozou no pau dele, molhando e melecando-o todinho.

Ela continuou de quatro, agora com a cabeça descansando no travesseiro, ele parado atrás dela, comigo parado e olhando os dois, peguei aquele mastro duro e quente numa lenta punheta, curtindo muito o que estava fazendo, sentindo aquela tora de carne na minha mão e que um pouco antes estava dentro da minha esposa, comecei a chupar as tetas da Barbara, enquanto minha mulher virou-se sentando na beira da cama e nos olhava, ele também pegou meu pau, depois de uns movimentos de punheta para mim, se agachou e me pagou um delicioso boquete, minha mulher assistindo, ele se ergueu ficando na minha frente, me abraçou, senti seu pau nas minhas coxas, abri as pernas deixando ele passar, indo parar La atrás no rego da minha bunda, enquanto ele me dava um beijo delicioso de língua com gosto de pau, eu sentia a cabeça quente do pau dele roçando na entradinha do meu cu, minha mulher veio até nós dizendo que também queria beijos.

Começamos um beijo triplo, ela em seguida colocou-se atrás de mim esfregando a xoxota na minha bunda e na cabeça do pau dele, estava uma delicia eu e minha esposinha sentíamos o pau dele ao mesmo tempo, eu louco pra ter aquele cacete todinho dentro do meu cu, mas a noite era dela, sai do meio deles, entreguei ela a ele novamente, ele virou ele de frente pra mim e fizemos um sanduiche onde ela era o recheio.
“Será que eu agüento?” a ouvi dizer, logo percebi que Babi queria o cuzinho de minha esposinha que adora dar a bunda. Eu disse “aposto que sim, tu és maravilhosa e gostas muito de dar este rabinho, não te impressiona com o tamanho do pau dela, ela não vai te machucar, se quiseres experimentar, te ajudamos.”

“Quero, quero muito, to doidinha pra sentir isto tudo dentro do meu rabo” disse ela com voz rouca e de puta tarada. A palavra rabo saiu como se fosse um rugido, um desafio de uma puta depravada que queria provar que não existia pau de nenhum tamanho que a intimidasse.
Ela esta por demais acostumada com meu pau no cu dela, ela sempre pede no cu quando fodemos e quando as vezes somos dois homens a meter no cu dela, ela gosta muito e leva no rabo fácil, então fui primeiro a comer o rabinho dela, enquanto ela chupava e melava o pauzão da Babi eu metia no cu dela que rapidinho laceou. Sai do cu dela e dei a vez para Babi, lambi e cuspi bastante no rabo dela, Babi encostou a cabeça na entradinha e ficou esperando ela vir contra o pau dele; lindo o cuzinho dela se arregaçando e a cabeça do pau alargando as carnes e entrando, cheguei bem perto e cuspi mais um pouco pra lubrificar melhor a bunda de minha mulher que tinha o cu sendo arrombado pelo enorme pirocão da Babi.

Não agüentei, sai da minha posição de ajudante e observador privilegiado, me deitei por baixo dela que estava de quatro na beira da cama com Babi em pé enterrando no cu dela e comecei um 69, ela chupando meu pau e eu lambendo o grelo, a buceta, o pau e as bolas de Babi que metia bem gostoso na bunda dela. Vendo e sentindo tudo isso, não agüentei e gozei na boca de minha putinha que continuava mamando e gemendo gozou de novo, e com as contrações do gozo, apertava o pau de Babi que disse “quero gozar no teu rostinho” conforme disse isso tirou o pau da bunda dela, eu sai imediatamente debaixo deles porque queria o ver gozando na cara dela, masturbando-se gozou no rostinho dela, melecando tudo, os olhos, a cara, os cabelos, a esporrada de Babi sempre foi muita farta e espessa, então o que se via era lindo demais, minha esposa tava toda esporrada, tinha levado um verdadeiro banho de porra na cara, a safada me olhava com um sorriso grande e olhar de tarada satisfeita.

Sentei-me ao lado dela abracei-a e carinhosamente comecei a espalhar a porra grossa de Babi no rosto dela como se um creme de beleza fosse, esparramei a porra na cara toda, ela me disse: “Gostastes? To toda melecada, fudida, arregaçada, com o rabo dolorido, mas muito feliz e satisfeita, tu gosta de me ver assim né? Fico tarada quando me olhas dando pra outro, sei que gostas de mim bem puta, sou tua puta né? Fodo assim só pra te ver bem tarado, querendo-me ver rebolando noutro pau e também porque é uma delícia foder na tua frente, fico tesuda me sinto a mo puta adoro ser puta, toda a mulher gosta de fuder gostoso e deixar os machos doidinhos.”
Eu adorei o jeito que Babi fudeu minha mulher, gostoso e bem depravado como sempre é o sexo com travestis. E deixou minha puta bem tarada e satisfeita.

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