sexta-feira, 20 de julho de 2012

Um Conto Delicioso

Relato da minha amiga secreta:
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Sou uma mulher bonita muito bem casada. 
Tenho os quadris largos, as coxas grossas e uma bundinha bem 
redondinha. Nunca traí meu marido, e nem teria motivos para isso, 
além de nos darmos muito bem na cama. Acho que a única queixa 
dele com relação a nossa vida sexual era pelo fato de que nunca 
quis fazer sexo anal, por puro medo, uma vez que ele é bem dotado 
e porque sou virgem ali. 
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Moramos numa bela casa, no Lago Norte, aqui em Brasília. 
O caso aconteceu num final de semana em que eu fiquei sozinha em 
casa, uma vez que não temos filhos e meu marido estava viajando 
a serviço. 

Estava um belo dia de sol e resolvi dar um banho no nosso cachorro, 
um Dinamarquês muito grande. Coloquei um biquíni e levei-o para o 
quintal gramado da nossa casa. Estendi uma toalha no chão e 
sentei-me ao lado dele, para começar a lavá-lo. Comecei esfregando 
o pelo das suas costas e, quando passei a esfregar sua barriga com 
o xampu, notei que ele estava com um pouco do seu pênis para fora 
da capa protetora. Eu já havia observado em outras vezes que ele 
tem um pênis enorme de grande, tanto em extensão como em 
diâmetro, e de um rosado forte, quase chegando ao vermelho. 
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Meu próprio marido, em tom de brincadeira, chegou a comentar uma 
vez que tinha pena da cadela que transasse com ele. Não dei muita 
importância a esse fato e continuei a esfregá-lo e quando passei a 
esfregar suas partes intima o danado sem mais nem menos, pulou 
em cima de mim pela frente agarrando meu pescoço e meu ombro 
esquerdo com suas poderosas patas dianteiras, fazendo aqueles 
movimentos de cópula. Tomei um susto, pois dei de cara com 
aquele enorme membro vermelho bem na altura do meu rosto. 
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Minha primeira reação foi de medo e indignação e tentei afastá-lo, 
gritando com ele para parar com aquilo. 
O problema é que o Dick, esse é o nome dele, além de muito grande, 
possui uma força descomunal, e não consegui afastá-lo de imediato. 
Tentei me escapar dele apoiando as mãos no chão e virando de lado 
para me levantar, mas, quando estava naquela posição, de quatro, 
quase me levantando, o danado se virou de repente e me agarrou 
pelos quadris, com seu abraço canino, enlaçando-me fortemente 
pela cintura, me arranhando com suas unhas, continuando com 
aqueles movimentos de vai e vem. Definitivamente, eu não 
conseguia  sair daquela posição, me sentindo a mais ridícula das
mulheres, por estar sendo subjugada, não conseguindo me 
desvencilhar daquele enorme cão que tentava me possuir. 
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Enquanto ele estava atracado em mim, pude sentir suas estocadas, 
com a ponta de seu enorme membro batendo de encontro à região
próxima à minha vagina e ânus, o que, confesso, me deixou 
assustada, mas confortada ao mesmo tempo por estar protegida 
pela parte de baixo do biquíni. Eu me contraía toda cada vez que 
sentia a ponta de seu pênis bater na porta da minha vagina e no 
meu ânus com medo. Acontece que ele não me largava de jeito 
algum, e por me sentir protegida pelo biquíni, deixei que ele 
ficasse ali. 
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Derrepente eu me peguei achando gostoso aquele roçar do seu 
membro por cima do biquíni. Fiquei num misto de excitação e 
indignação comigo mesma por constatar que estava gostando 
daquela situação. Não sei se o fiz instintivamente, mas levei 
minha mão para trás, apalpando aquele pênis enorme, que 
formava um nó na base. Depois é que fiquei sabendo por que o 
pênis dos cães possui aquela bola no final. 
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O danado continuava atracado em mim, segurando-me pelos 
quadris, e eu segurando seu pênis com a mão direita, o sentindo 
copular na minha mão numa velocidade muito grande e com 
uma força espantosa. Eu mal conseguia fechar minha mão 
completamente, de tão grosso que é o seu membro. 
Ele continuava a estocar contra a região próxima à vagina e o 
ânus, por cima do biquíni, comigo segurando seu pênis. 
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Depois de um determinado momento, ele me largou, e percebi 
que ele havia despejado jatos e mais jatos de seu esperma por 
sobre mim, melando minhas pernas e manchando completamente 
meu biquíni. Após largar-me, ele ficou sentado, se lambendo 
limpando as ultimas gotas do seu esperma. Imaginei que ele 
havia se saciado e, como o muro da nossa casa é bem alto, não 
dando visão para nenhuma das casas vizinhas, tirei a parte de 
baixo do meu biquíni ali mesmo para lavá-lo. 
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Fui, então, até onde tinha largado a ponta da mangueira, achando 
que estava tudo bem, que o Dick já estava tranqüilo e saciado. 
Enquanto eu estava ali, nua, em pé, lavando o biquíni, ele se 
levantou e veio novamente em minha direção, diretamente de 
encontro à minha vagina, cheirando-a. Eu estava toda melada 
de seu esperma, e envergonhada por estar com a vagina 
encharcada de desejo. 
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O danado começou a lamber o liquido do seu próprio gozo 
chegando até minha vulva com aquela língua quente. 
Cheirou meu sexo avidamente, e praticamente enfiou seu 
focinho no meio de minhas pernas, não me dando chance de 
fazer nada. Começou a lamber freneticamente minha vulva, o 
que me causava arrepios. Fiquei ali sentindo aquela língua 
áspera, dura e quente tentando se enfiar em minha vagina. 
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Num determinado momento cheguei a fechar os olhos, quase 
em êxtase. Estava eu com os olhos fechados, com as pernas 
entreabertas, já meio bambas de tesão, com a cabeça a mil, 
num verdadeiro dilema entre meus pudores e noções de higiene 
e as loucas sensações que aquele cão estava me fazendo sentir, 
quando Dick pulou em cima de mim, derrubando-me para trás. 
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Caí sentada na grama e ele veio por cima de mim, tentando 
agarrar-me pela cabeça e ombros, já com aqueles movimentos 
pélvicos, encostando seu membro, que já estava enorme de 
novo, no meu rosto. Fiquei com nojo e muito receio, pois seu 
pênis, com aqueles movimentos frenéticos que ele fazia, chegou 
a encostar em minha boca, motivo pelo qual me virei rapidamente 
de costas para ele, tentando me proteger, quando o danado, 
novamente veio com seu abraço canino, agarrando-me por trás, 
me arranhando toda, tentando enfiar aquela coisa enorme dentro 
de mim.  Até que tentei me desvencilhar dele, mas não tive força 
nem voz de comando suficiente. 
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Em questão de segundos senti a ponta do seu enorme pênis 
batendo na porta de minha vagina, no ânus, procurando algum 
lugar para se enfiar. Fiquei assustadíssima, pois estava sem a 
parte de baixo do biquíni e completamente à mercê daquele cão, 
que àquela altura, não me soltaria mais. Depois de umas três ou 
quatro estocadas, senti a ponta daquela coisa enorme alojar-se 
bem na porta do meu orifício vaginal, o que me fez arrepiar de 
medo e contrair todos os músculos do corpo. 
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Fiquei desesperada e tentei me desvencilhar dele de todas as formas. 
Ele continuava com suas patas dianteiras fortemente abraçadas à 
minha cintura, arranhando-me com suas unhas me arranhando 
e me impedindo de fugir. Na estocada seguinte, senti seu membro 
enorme entrar de uma só vez na minha vagina, o que me fez cair 
quase que de cara na grama. Entrei quase que em pânico, pois já 
tinha constatado com as mãos o tamanho e a grossura do seu 
pênis e agora sentia aquilo tudo em minhas entranhas. 
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Ele continuava metendo, num movimento de entra-e-sai, numa 
velocidade incrível... Com uma das mãos para trás tentei segurar 
seu membro e tirá-lo de dentro de minha vagina, mas confesso 
que não consegui. A velocidade e a força de suas estocadas estavam 
me fazendo sentir dor, pois não estava nem um pouco acostumada 
com o tamanho de um membro daqueles, que chegava a ser maior 
e mais grosso que o do meu marido, que mede cerca de uns 20cm. 
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Com uma das mãos segurei seu membro, enquanto ele continuava 
estocando. Pude sentir que seu pênis estava inteiro dentro de mim, 
bem com aquela bola enorme que se formou na base. Mesmo já 
estando com seu pau completamente enterrado em mim, ele 
continuava com os movimentos, tentando enfiar também aquela 
bola em minha vagina. Pude sentir o seu liquido pré-gozo e que 
é abundante, quente escorrendo pelas minhas pernas, lambuzando-me 
toda. Continuei segurando seu pênis com uma das mãos, para evitar 
que ele introduzisse aquela bola também. 
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Ele não me largava e continuava naquele movimento de vai-e-vem, 
o que, confesso, foi me levando involuntariamente a um estado de 
excitação tal que me fez fechar os olhos de novo, minha vagina já 
se acostumara e acomodara aquele cacetão imenso, então relaxei 
e empinei mais a bunda e comecei a gemer de prazer. 
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O entra-e-sai daquele membro enorme me fez experimentar um 
gozo alucinante. Aproveitando esse momento de quase 
desfalecimento meu, Dick deu uma estocada fortíssima, e, creio 
que por estar bem lubrificada, tanto pelos meus sucos, como 
pelo seus, introduziu de uma só vez em mim aquela bola que se 
formara na base de seu pênis. Senti aquilo passar e a ponta do 
seu membro encostando-se a meu útero. 
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Ele ainda ficou naqueles movimentos, mesmo completamente 
enterrado em mim, o que ainda me causaram espasmos de prazer. 
Algum tempo depois, ele afrouxou seu abraço e tentei me soltar 
dele. Aí sim descobri o porquê dos cães ficarem agarrados na 
hora do sexo. Para minha sorte, ele não saiu de cima de mim. 
Depois de algum tempo, uns 20 minutos, consegui me desvencilhar, 
com a ajuda das mãos, sentindo aquela bola sair de dentro de 
mim, não sem sentir um pouco de dor. Pude observar ainda que 
a bola na base de seu pênis continuava praticamente do mesmo 
tamanho. 
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Pensei que tinha terminado, mas, quando eu estava quase 
conseguindo sair dali, ele novamente subiu em cima de mim, 
com seu abraço canino. Senti-o agarrando-me pela cintura e, de 
novo, as estocadas de seu membro. Já estava resignada em 
recebê-lo novamente na vagina. O problema é que na terceira 
estocada, senti a ponta do membro forçar a entrada do meu ânus, 
que tanto neguei ao meu marido, eu estava já com a bunda 
empinada para cima, com os braços jogados para a frente, 
aguardando a penetração, e não pude fazer nada... senti aquela 
coisa enorme alargando meu esfíncter e entrando no meu ânus, 
até então virgem. 
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Contraí todos os músculos do corpo, mas, com apenas mais 
uma vigorosa estocada, ele enterrou inteiramente seu enorme 
pênis em meu traseiro, arrancando-me um urro de dor. 
Pensei em tudo naquele momento... pensei na dor que estava 
sentido, pensei em meu amado marido, a quem tanto neguei 
fazer sexo anal, pensei em higiene, pensei em meus pudores ... 
e ele continuava estocando, num entra-e-sai alucinante, com 
seu pênis já todo enterrado em meu ânus. 
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Acho que, pelo fato de estar seu pênis bem lubrificado, não 
obstante o tamanho de seu calibre, depois de um tempo, creio 
que uns dois, ou tres minutos, a dor que eu sentia foi aliviando, 
fui acostumando com aquele volume imenso em meu ânus. 
Relaxei meus músculos e passei a sentir uma sensação 
gostosa de entupimento, e comecei a contrair meu esfíncter 
involuntariamente, apertando seu enorme cacete, o que me 
causou espasmos maravilhosos, que jamais havia sentido. 
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Aquelas sensações foram aumentando, aumentando, 
causando-me mais e mais espasmos, numa onda que invadiu 
meu corpo inteiro. Tive um gozo avassalador, daqueles que 
quase fazem perder os sentidos. Até já tinha me esquecido 
da famigerada bola que se formara na base de seu cacete... 
Dick, então, numa estocada mais firme, e talvez facilitado 
pelo relaxamento natural do esfíncter, introduziu-a de uma 
só vez enquanto eu ainda estava curtindo o gozo. 
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Eu nem me lembrei de segurar seu pênis com a mão para 
evitar a introdução da bola. Senti novamente uma dor infernal, 
mas foi só durante a passagem daquele nó. 
Ele continuou seus movimentos de vai-e-vem, o que me 
causou mais e mais espasmos de gozo. 
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Era dor e prazer, prazer e dor, algo indescritível.
Nunca imaginei em sentir algo assim, muito menos em ser 
possuída por um cachorro... Ele não se cansava de me estocar, 
tentando enfiar mais não sei o quê em mim. Aquilo deve ter 
durado cerca de uns cinco minutos. O vai-e-vem de seu 
membro enorme, as contrações involuntárias de meu esfíncter 
e a sensação de estar sendo subjugada e possuída por um cão, 
faziam minha cabeça ficar a mil naquele momento. 
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Creio que isso tudo me fez gozar umas três ou quatro vezes, 
em espasmos que me faziam literalmente ver estrelas. 
Quando finalmente ele parou de meter, eu estava ainda no meio 
de um último espasmo de gozo... Ao me recompor, tentei me 
desvencilhar dele. Senti um pavor enorme quando me dei conta 
que estávamos fortemente atracados, uma vez que a bola havia 
passado pela porta do meu ânus, funcionando como uma trava. 
Tentei tirar seu membro dali com uma das mãos, mas não 
conseguia. 
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Fiquei, então, igual a uma cadela, engatada com o Dick, 
segurando-o para mantê-lo naquela posição, rezando para que 
ele não fizesse força para se desvencilhar, com medo de causar-me 
mais dor. Creio que ficamos assim durante uns 20 minutos, 
a bola reduziu de tamanho e desengatamos.
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Dick ficou lá na grama, deitado, lambendo seu pênis, impregnado 
de nossos cheiros, e eu meio que atordoada, toda arranhada nos
quadris e na cintura, arrombada no ânus e na vagina, sentia-me 
com dois buracos imensos na frente e atrás, levantei-me, sem 
saber o que fazer. Passei a mão pela minha vagina e ânus e 
senti seu esperma, que escorria abundantemente pelas minhas 
coxas. 
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Sentia-me como se tivesse culpa por aquilo ter acontecido. 
Pensei novamente em meu marido e passei o dedo médio 
no meu recém-desvirginado ânus. Senti-o alargado, e 
completamente melado do esperma daquele cão. 
A partir daí, fiquei num verdadeiro dilema, pois tinha provado 
o quanto é gostoso fazer sexo anal. Mas como é que iria explicar 
isso para meu marido? 
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Tive que continuar negando a ele meu ânus e passei a conviver 
com essa frustração. Fiquei então, assim, vivendo esse 
verdadeiro dilema. Tenho até medo de dar banho no Dick 
novamente e que ele novamente faça o que fez, me possuindo 
como uma cadela. Acho que o medo maior que sinto é pelo fato 
de que os gozos que senti revelam o quanto gostei daquilo. 
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E assim vou vivendo, sem poder matar essa louca vontade que 
passei a sentir de ser possuída no ânus.

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