quinta-feira, 5 de abril de 2012

A Empregada

Eu me chamo Monique. Tenho 34 anos e
sempre fui uma mulher muito retraída
sexualmente. A história que vou contar
aconteceu há pouco mais de dois anos
e mudou a minha vida.
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Certo tempo atrás, sofri um acidente
de carro e, apesar de sair sem
praticamente um arranhão, sofri uma
pancada forte na coluna. Teria que
ficar um tempo afastada do trabalho e
estava proibida pelos médicos de fazer
qualquer esforço maior como carregar
peso, abaixar-me e etc.
.
Devido à minha condição provisória,
teríamos que contratar uma
empregada. Minha mãe sugeriu que
contratássemos a filha de Maria
Augusta, sua empregada há anos.
Argumentou que a menina estava há
tempos procurando emprego sem sucesso. Falei que se ela tivesse
metade da competência de Maria Augusta seria contratada
imediatamente. Minha mãe me passou o número dela e, por
telefone mesmo, combinamos o salário e todos os detalhes.
.
Na manhã seguinte a menina chegou cedo em nossa casa.
Meu primeiro instinto foi desfazer o acordo e dizer que procuraria
outra pessoa. Não poderia deixar uma mulher linda daquele jeito
tão perto de meu marido!
.
Jamille era negra, 22 anos, tinha os cabelos negros e compridos.
Os lábios eram carnudos, os seios fartos e a bunda era de parar
o trânsito. Tinha também um piercing delicado no nariz e usava
lentes de contato que deixavam seus olhos esverdeados. Só não
a dispensei na mesma hora porque não saberia como dizer à
Maria Augusta o por quê de não querer sua filha em minha casa.
O fato de meu marido costumar chegar tarde do serviço,
normalmente num horário em que Jamille já teria ido, também
me tranqüilizou um pouco. Decidi arriscar. O emprego era dela.
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Os dias foram correndo e fomos nos tornamos amigas.
Jamille era muito simpática, divertida e dedicada aos serviços
da casa. Não me deixava mover uma palha! Eu dizia que já estava
bem melhor. Que após algumas sessões de fisioterapia, já não
sentia mais dores e que já não sentia o corpo “travado” como
antes. Ela argumentava que mesmo assim os médicos ainda me
proibiam de fazer as tarefas domésticas e pegar peso. Eu brincava
que iria acabar ficar mimada.
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Eu lhe ensinava a mexer no computador e ela me contava suas
aventuras... Eu ficava fascinada com as histórias.
Tinha inveja de sua coragem e de seu desprendimento com o
sexo oposto. Sempre comentava que gostaria de ter sua
desinibição, sua autoconfiança...
.
Num certo fim de semana meu marido teve que viajar a trabalho
(ele costumava viajar com certa freqüência) e Jamille disse que me
levaria num baile. Sempre morri de vontade de ir num baile funk,
mas tinha medo. Além do fato de meu marido não gostar nem um
pouco desse tipo de local, lotado de gente e barulhento.
Mas Jamille me convenceu! Seria nosso segredo!
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Naquela noite, Jamille me ajudou a escolher uma roupinha mais
ousada e fomos ao baile funk. Foi muito bom! Não tinha nada
daquela violência que falam na TV e nos jornais. Eu não vi uma
briga sequer. Dançamos a noite toda, bebemos várias Ices...
Flertamos com uns carinhas, rebolamos de forma provocativa..
Foi uma noite inesquecível! Voltei para casa exausta e feliz.
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No dia seguinte comentei com Jamille que, se ainda havia alguma dúvida
quanto à recuperação de minhas costas, já não tinha mais. Eu não senti
nem uma dorzinha... Ela perguntou se isso era sinal de sua demissão e
eu disse que ainda não. Que um pouco mais de precaução não custava
nada.
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Quando meu marido chegou de viajem eu estava cheia de saudades.
Com um fogo danado... Apesar de não me negar sexo, ele se recusava
a grandes estripulias na cama. Dizia que não podíamos fazer posições
mais complexas devido ao meu problema na coluna. Eu tentava
convencê-lo mas ele dizia que eu não tinha como saber se estava
totalmente boa mesmo. Minha vontade era contar sobre o baile funk, mas
resolvi não arriscar uma briga.
No dia seguinte queixei-me com Jamille. Pedi conselhos e dicas de
como fazê-lo “perder a cabeça”.
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Ela tentou dizer que eu era a melhor pessoa para saber a forma certa
de seduzi-lo, mas eu insisti. Disse que a havia visto no baile...
De como ela era sensual e como os homens não conseguiam tirar os
olhos dela... Ela disse que eu poderia fazer tudo aquilo também.
Só precisava me soltar mais. Que eu era muito tímida. Implorei que ela
me ensinasse a me soltar e ela concordou.
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Ela então começou a me ensinar seus segredos. Disse que a primeira
coisa a fazer era mudar meu figurino. Vasculhamos meu armário em
busca das roupas mais provocantes. Quando fomos provar a primeira
roupa eu me virei de costas para tirar a blusa. Ela me repreendeu.
Disse que éramos mulheres e não devíamos ter vergonha uma da outra.
Disse que faria parte do treinamento. Até brincou que meu teste final
seria fazer um strip-tease para ela. Eu disse que talvez não conseguisse
chegar a esse ponto. Ela olhou nos meus olhos e disse que tinha certeza
que sim. Foi tirando sua roupa para provar alguns de meus modelos
enquanto discursava sobre a importância da autoconfiança no jogo
da sedução.
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Fiquei fascinada com seu corpo. Seus seios eram durinhos e apontavam
para o teto. Sua bunda além de ser enorme e empinada, tinha uma leve
penugem loirinha. A mesma penugem loira descia do seu umbigo até a
calcinha. Uma calcinha minúscula, diga-se de passagem...
Eu fazia uma força para não olhar... Nunca havia me sentido atraída por
outra mulher antes... Mas ali...
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Experimentamos algumas roupas. De vez em quando eu a tocava nas
costas, na cintura, etc. com o pretexto de arrumar a roupa. Sei que ela
percebeu, mas não falou nada. Embora também não tenha demonstrado
insatisfação...
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Então passamos à próxima fase: ela começou a me ensinar como jogar
os cabelos, como olhar com provocação... Ela ia me passando os
ensinamentos e eu tentava a imitar. Ela me fazia repetir várias vezes
cada tarefa na frente do espelho. Mandava eu fingir que ela era um
homem e seduzi-la. O clima ia esquentando e ficava cada vez mais difícil
disfarçar meu desejo. Ela me ensinou como me inclinar de forma a
valorizar o decote... Eu quase não conseguia tirar os olhos de seus seios.
Que coisa linda! Ensinou como cruzar as pernas e deixar a saia subir na
medida certa para provocar suspiros sem perder a elegância...
Eu estava cada vez mais excitada!...
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Ela, percebendo que eu já estava completamente seduzida, disse que me
ensinaria agora a dar mordidinhas nos lábios durante o beijo. Falou isso
e foi aproximando seu rosto do meu... Colocou a mão em meu rosto e...
Não tive forças para resistir... Ela me beijou com uma ternura, uma calma...
No fim deu uma leve mordidinha em meu lábio inferior. Minhas pernas
estavam bambas! Ela começou a beijar meu pescoço... Desceu a boca até
meus seios... Eu fiquei estática. Não acreditava no que estava fazendo.
Nunca havia beijado uma mulher... Ela subiu seus lábios novamente até
minha boca. Depois me virou de costas, levantou meus cabelos e começou
a beijar minha nuca. Era maravilhosa a sensação ter as costas massageadas
pelo bico dos seus seios. Desabotoou minha bermuda e enfiou sua mão
entre minhas pernas. Minha calcinha já estava toda molhada.
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Ela enfiou o dedo na minha fendinha e com a outra mão puxou meus cabelos.
Ela mordia minha nuca com violência... Beijava meus lábios e sussurrava
palavras obscenas no meu ouvido. Comecei a gozar de forma contida, mas
ela falava em meu ouvido: “ - Geme! - Se solta! - Quero ouvir seu gozo, tesão!”.
Eu então me soltei e gritei como nunca.
Acho que os vizinhos todos ouviram meus urros!
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Os dias seguintes foram ótimos. Eu transava loucamente com minha empregada
de dia e fazia amor com meu marido à noite, repetindo os novos truques
aprendidos com minha amiga. No dia seguinte contava detalhadamente os
detalhes dos meus progressos à minha empregada-amiga. Isso nos excitava
muito e transávamos prá valer... Isso ocorreu por dias e dias...
Sentia-me cada dia mais sexy. Cada vez mais experiente. Meu marido não
conseguia mais resistir aos meus desejos.
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Tudo ia muito bem até o dia em que meu marido chegou mais cedo do
trabalho estressado, cansado. Ele disse que estava com muitos problemas
no trabalho. Eu o acalmei, o fiz deitar-se no sofá e comecei a lhe
massagear as costas. Jamille, ao ver a cena, se retirou para cozinha.
Terminei a massagem, nos beijamos e sugeri que meu marido fosse tomar
um banho que logo eu iria atrás. Só iria me despedir de Jamille.
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Quando ele saiu, eu chamei Jamille animada e disse que ela já poderia ir.
Ela comentou como eu estava animada. Eu concordei e disse que nossa
vida sexual estava cada vez mais quente graças a ela. Comentei que estava
pensando até em ir a um sex-shop e comprar algumas fantasias.
Enfermeira, estudante, policial, empregadinha... Notei que ela abaixou a cabeça.
Achei que fossem ciúmes, mas na hora nem liguei. Ela me lembrou que meu
marido estava me esperando e se despediu sem fazer comentários.
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No dia seguinte Jamille demorou muito a chegar ao serviço. Ela nunca havia se
atrasado antes. Quando chegou, eu perguntei o que tinha acontecido.
Ela respondeu que “nada” meio sem me dar atenção e foi para a cozinha.
Minutos depois, logo que entrei na cozinha, ela saiu. Sentou-se no sofá e lá
ficou a ver televisão. Pedi que fosse à cozinha me ajudar a pegar umas panelas
no armário mas ela respondeu que estava ocupada. Fiquei a refletir o porquê
de sua raiva. Ela nunca tinha sentido ciúmes antes... Só depois de muito refletir,
percebi que ela havia ficado chateada quando eu falei que iria comprar uma
fantasia de “empregadinha” no sex-shop.
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Resolvi preparar uma bandeja bem bonita com um pedaço de bolo, torradas e
um copo de suco para me desculpar com Jamille. Levei até a sala e ofereci a ela,
me desculpando pela minha gafe no dia anterior. De início, ela não queria aceitar.
Argumentei que nunca havia a visto como uma empregada... Que ela era muito
mais que isso... Depois de muito insistir, ela pegou a bandeja. Então, meio que
de brincadeira, me ajoelhei e perguntei o que poderia fazer para receber seu
perdão. Ela deu um sorriso maroto e sugeriu: “- Que tal uma massagem?”
Eu respondi que sim e que logo que ela terminasse seu lanche eu faria a
massagem com o maior prazer.
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Mas para minha surpresa, ela falou: “ - Já que você está ajoelhada, poderia
aproveitar e fazer a massagem em meus pés!” Eu fiquei super-excitada.
Comecei a massagear seus pezinhos lindos. Ela comia o lanche e olhava a TV
como se eu nem estivesse ali. Perguntei: “- Está gostando?” E ela, sem olhar
para minha cara, me estendeu o copo e ordenou: “- Vá buscar mais suco
para mim!” Aquilo me deixou louca de tesão! Busquei o suco e ao voltar, me
ajoelhei novamente a seus pés e comecei a beijá-los. Ela perguntou se havia
me dado permissão para beijá-los. “- Para beijá-los vai ter que implorar!”
A brincadeira durou o dia inteiro, mas ela não me permitiu beijar seus pés.
O máximo que ela permitiu foi lamber suas mãos. Nada de sexo naquele dia.
Jamille disse que eu estava de castigo. Ao ir embora à noite ela falou:
"- Se eu chegar aqui amanhã e souber que você transou com seu marido...
Você será castigada, está entendendo?” Abaixei a cabeça e respondi:
“- Sim senhora”.
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No dia seguinte acordei cedíssimo. Estava ansiosa pela chegada de Jamille.
Quando ela tocou a campainha, corri até a porta como uma criança que vai
receber um presente. Ela entrou sem me cumprimentar, caminhou até o
centro da sala, colocou a mão nas cinturas, virou-se para mim e perguntou:
“- Seguiu as minhas ordens?” Respondi que sim. Ela apontou para baixo e
falou: “- Então pode beijar meus pés!” Caí de joelhos a seus pés como um
faminto vai a um prato de comida. Que pés lindos! Unhas bem feitas,
anelzinho no terceiro dedo... Lambi cada dedinho como se fosse um
sorvete de chocolate...
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Os dias foram se seguindo nesse clima de dominação. No início, de uma
forma “light”, mas, com o tempo, comecei a ficar realmente dependente de
Jamille. E ela, por perceber minha total submissão, começou a se aproveitar
de seu poder. O que começou como uma brincadeira, de repente foi ficando
fora do meu controle. Tempos depois, Jamille já não fazia mais as tarefas
domésticas. Eu era obrigada a lavar, passar, cozinhar... Com isso, não era
raro eu terminar o dia com dores nas costas.
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Por ordens dela, fui obrigada a convencer meu marido a deixar Jamille
morar conosco. Tive que convencê-lo que era perigoso ela ir para casa à
noite e voltar no dia seguinte cedinho... Que ela morava perto de um morro
com traficantes perigosos... etc. Às vezes Jamille até se propunha a me
ajudar com as tarefas do lar, mas quase sempre exigia em troca presentes
como roupas, sapatos, colares... Meus cartões de crédito viviam no limite.
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Num certo dia eu estava a tirar o pó da casa quando a campainha tocou.
Fui atender e ao abrir a porta, me deparei com duas mulheres. Uma baixinha,
troncudinha, de rosto arredondado e cabelos castanhos encaracolados.
E a outra alta, cabelos ruivos e lisos, cheia de tatuagens no corpo, unhas
vermelhas e compridas e cara de prostituta. Perguntei o que elas queriam
e elas responderam que estavam procurando Jamille.
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Quando Jamille escutou a voz de suas amigas, gritou lá de dentro:
“ - Ahhh, não acredito! Vocês vieram mesmo, suas cachorras?!” Ao ouvir
isso, as duas me empurraram e sem a menor cerimônia invadiram a minha
casa para abraçar a amiga. Fiquei furiosa com a ousadia.
As três se abraçaram longamente e depois sentaram-se no sofá. Jamille se
virou para mim e sugeriu que eu pegasse algo para suas amigas beberem.
Fiquei sem ação! Eu era completamente submissa àquela mulher, mas
nunca ela havia me tratado assim na frente de ninguém...
O que fazer agora?... Jamille repetiu: “ - Está surda? Vá buscar algo para
minhas visitas!”
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Abaixei a cabeça e obedeci. Na cozinha, tive a impressão que elas riam
de mim. Trouxe um refrigerante, mas a baixinha protestou. Disse que
refrigerante era veneno e ela queria algo que tivesse álcool. Jamille então
me mandou buscar umas cervejas no mercado, junto com uns petiscos
para ela e suas amigas saborearem. Nem preciso dizer que tive que
comprar com meu dinheiro... Eu não podia acreditar. Estava sendo feita
de empregada em minha própria casa!
.
Quando voltei do mercado, elas estavam penduradas no telefone.
Acho que elas ligaram para todos os seus conhecidos naquele dia...
Kelly (a baixinha), que era a mais abusada, queria chamar outras amigas
e uns carinhas para armar uma “festa” ali mas Jamille não permitiu.
Eu ficava na cozinha quase o tempo todo. Só ia à sala para servir os
tira-gostos e cerveja para as visitas de minha “patroa”. O pior é que eu
era obrigada a chamar suas amigas de “Dona Kelly” e “Dona Shanise”
(quando ouvi seu nome, tive certeza que a ruiva tratava-se de uma
profissional...).
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Quanto maior a minha raiva, mais aumentava meu tesão...
Peguei-me várias vezes a observá-las da porta da cozinha. Elas bebiam,
fumavam, gargalhavam... Shanise tinha o tipo vulgar. As unhas e o
cabelo eram de aplique. Tinha uma tatuagem em cada antebraço (uma
escrita João Pedro e na outra, Flamengo). Tinha piercing no umbigo e
usava uma calça de cintura baixa que deixava a mostra uma tatuagem
na parte inferior das costas e uma marquinha de biquíni de enlouquecer
qualquer homem...
.
Kelly não era muito bonita, mas como toda baixinha, era muito abusada...
Toda hora me chamava para limpar a cerveja que caíra no chão, para
trazer um cinzeiro, trocar o CD... Isso quando não mexia no aparelho de
som e nas gavetas por conta própria. Chegou a cumprimentar Jamille,
na minha frente, pelo ótimo “treinamento” que havia me dado.
Quanto mais elas me humilhavam mais crescia meu prazer em serví-las.
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Lá para umas cinco da tarde, chamei Jamille num canto e, pedindo mil
desculpas, supliquei que mandasse suas amigas embora. Já estava
quase na hora de meu marido chegar e a casa estava uma bagunça.
Jamille dispensou as amigas prometendo um novo encontro para botar
a fofoca em dia. A casa estava cheia de cascos de cerveja espalhados
pelos cantos, manchas de gordura no tapete, CDs espalhados pelo chão,
guimbas de cigarro em cinzeiros, copos e até nos vasos de plantas...
Enquanto eu me esforçava para arrumar tudo a tempo, Jamille disse
que iria tomar um banho. “ - Quero ficar bem cheirosa e bonita para
quando seu marido chegar!”
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E não deu outra...Quando meu marido chegou, eu estava suja, suada e
fedorenta na cozinha. Eu correndo para apressar o jantar, enquanto
Jamille, vestindo um baby-doll minúsculo de bolinhas rosa, estava linda
e perfumada à sua espera. Ele ainda perguntou por que ela não me
ajudava a terminar o jantar, mas ela argumentou que eu à proibira de
chegar na cozinha. Que eu estava preparando um jantar especial para ele.
Ficaram conversando na sala e eu me matando na cozinha. De lá eu via
que ele não conseguia tirar os olhos de seu decote, de suas pernas...
A danada sabia provocar!
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Mais tarde, no quarto, meu marido estava inspirado! Fizemos sexo de
todas as maneiras possíveis e imagináveis. Sei que ele estava pensando
em Jamille, mas não podia culpá-lo. Também não tirava ela e suas amigas
de minha cabeça. Tanto, que mesmo depois de tanto sexo ainda tive um
sonho erótico naquela noite.
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No sonho eu estava vestida com uniforme de empregada e passando o
espanador nos móveis. De repente, Jamille e suas amigas me surpreendem...
Elas me agarram por trás e começam a me molestar. Jamille me segura os
braços enquanto Shanise me enforca com uma das mãos. Com a outra, ela
coloca meus seios para fora e começa a estapeá-los. Kelly levanta a saia
de meu uniforme, puxa a calcinha para o lado e começa a dar tapinhas na
minha vagina. Eu tento me soltar, mas elas não deixam. Com o tempo, vou
perdendo as forças e paro de resistir. Jamille me segura pelos cabelos,
me coloca de quatro e começa a me arrastar pela casa. Shanise então
monta em mim e ordena que eu a carregue como um cavalinho.
Fico andando de quatro com ela nas minhas costas.
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Depois elas me colocam deitada na mesa e abrem bem as minhas pernas.
Enquanto Shanise me enforca o pescoço, Kelly e Jamille começam a me
masturbar. Enfiam seus dedos um por um em minha vagina...
Enquanto uma me enfia os dedos, a outra enfia a mão melada com meu
gozo na minha cara, na minha boca... Elas riem e me dão tapas na cara.
No fim, pegam o espanador e começam a enfiar na minha vagina.
Eu grito e rebolo como uma vaca no cio!!! Ao acordar, meu lençol estava
encharcado. Meu marido só não percebeu nada porque tinha “desmaiado”
de tanto fazer sexo naquela noite.
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Nos dias que se sucederam, só conseguia pensar naquele sonho.
Uns três dias depois, não resisti e perguntei à Jamille sobre suas amigas.
Ela me deu um tapa na cara e me chamou de piranha. Pedi perdão.
Disse que estava perguntando por perguntar, mas Jamille não perdoou.
Disse que eu iria pagar caro por minha ousadia! Eu falei que faria o que
ela quisesse. Que viveria para agradá-la. Ela então se virou para mim e
disse: “- Quero o seu marido!” Sem pensar duas vezes, respondi:
“- Ele será seu, mas me perdoe!” Jamille sentou-se no sofá, cruzou as
pernas e ordenou que eu pegasse seu cigarro e um cinzeiro.
.
Enquanto ela fumava e arquitetava um plano de como seduzir meu marido,
eu ficava ajoelhada a seus pés com o cinzeiro nas mãos.
De vez em quando ela soprava a fumaça em meu rosto e eu agradecia
o “carinho”. Depois me mandou ao mercado para comprar os utensílios
que seriam utilizados mais tarde. Ela me permitiu fazer suas unhas e
sobrancelhas, além de raspar seus pêlos pubianos para a grande noite.
.
Quando meu marido chegou em casa à noite eu estava a sua espera com
uma camisola de seda preta. Pedi que ele tomasse um banho e vestisse
um short bem larguinho. O levei até o quarto e mostrei-lhe uma mesinha
onde havia morangos, pêssegos, creme de leite, chantili, champanhe,
vinho e bombons de cereja. Vendei seus olhos, coloquei-o sentado numa
cadeira no centro do quarto e amarrei suas mãos. Então, com um sinal
de mímica, chamei Jamille que encontrava-se escondida no quarto ao lado.
Coloquei uma música bem gostosa, peguei um copo de vinho e sentei-me
num puff que fica no canto do quarto para assistir o espetáculo.
Jamille estava incrível naquela noite! Estava só de calcinha e sapatos
pretos de salto alto e fino. Unhas estilo francesinha, brincos e pulseiras
de argola dourados. Que negra maravilhosa!!!
.
Ela servia os morangos com creme de leite na boquinha do meu marido de
forma que sempre sobrava um pouquinho de creme no cantinho da boca.
Ela lambia delicadamente o cantinho da boca do safado enquanto deixava
os biquinhos de seus seios roçarem em seus braços. Depois servia vinho
em sua boca de forma que escorresse pelo seu peito cabeludo.
Ela lambia e apertava seu peito, passava as unhas em suas pernas...
Eu assistia a tudo e me tocava com volúpia. Fazia força para não gemer.
Não queria que ele percebesse que não era eu a serví-lo (embora eu ache
que ele já soubesse...). Depois de muito provocá-lo Jamille montou em seu
colo (de frente para ele) e o beijou com extremo desejo.
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Ela o beijava e rebolava sua xaninha em sua piroca...
Até que não agüentou: abaixou o short dele, puxou a calcinha para o lado
e introduziu aquela vara em riste em sua vagina de uma só vez.
Ela cavalgava com gosto! Com seus cotovelos apoiados nos ombros de
meu marido, puxa seus cabelos com as mãos e lhe beijava a boca num
ritmo frenético.
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Jamille e eu gozamos quase ao mesmo tempo. Não satisfeita ela pegou o
champanhe e banhou todo seu corpo. Meu marido lambia seus seios,
seus braços, suas mãos... Ela então derramou um pouco de champanhe
no rosto de meu marido e começou a lambê-lo...
Depois montou novamente em seu colo (agora de costas para ele) e
recomeçou a brincadeira.
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Eu já não me segurava mais! Caminhei até o casal, posicionei-me nas
costas de meu marido, puxei-lhe a cabeça para trás e comecei a beijá-lo.
Depois desamarrei suas mãos e as levei até os seios de Jamille.
Meu marido apertava aqueles seios durinhos e mordia a nuca de Jamille.
Ela rebolava com graça e volúpia... Posicionei-me na frente de Jamille,
me ajoelhei a comecei a lamber-lhe as pernas, as virilhas...
Ora eu lambia seu clitóris, ora lambia o saquinho do meu marido...
Jamille explodiu novamente em gozo!
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Percebendo seu imenso tesão, puxei Jamille para a cama e a coloquei
para lamber minha buceta. Ela lambia com gosto. Ora em movimentos
circulares com a língua, ora com mordidinhas em meu clitóris.
Eu rebolava a xoxota na cara de minha amante com prazer.
Meu marido então tirou a venda dos olhos e deparou-se com a visão da
bundinha de Jamille empinada, pedindo para ser possuída...
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Ele então puxou suas pernas de modo a deixá-la de quatro e... Jamille
tentou resistir (essa era a única coisa que ela sempre tivera medo de fazer)...
Mas meu marido não aceitou não como resposta. Lubrificou o cuzinho de
Jamille com o champanhe e começou a lhe enfiar a vara sem pena.
A mistura de dor e prazer foi um poderoso afrodisíaco...
Quanto mais ela urrava, maior a violência que ele a castigava.
Aproveitando isso, puxei a cabeça de Jamille e comecei a esfregar
minha xota melada em seu rosto de forma agressiva.
Eu soltava sua cabeça vez por outra para que tomasse fôlego e então a
puxava de volta ao meu sexo enquanto meu marido lhe rasgava por trás...
Jamille teve orgasmos múltiplos naquela noite!!!
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Quando sentiu que já não agüentava mais, meu marido a virou de frente
(com a cabeça no meu colo), colocou seu joelhos sobre seus braços de
forma a prendê-los e ejaculou seu rosto. Eu e meu marido então nos
beijamos longamente. Depois desse dia Jamille passou a ser tratada como
parte da família. Por vezes eu a dominava. Em outras, ela ditava as regras.
Mas sempre com a participação ativa de meu marido.
Foram quatro meses de puro prazer.
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Mesmo hoje, tantos anos depois, ainda fico toda arrepiada de lembrar de
nossas aventuras.
Jamille atualmente mora na Áustria com um gringo que conheceu na praia
de Copacabana. Sempre nos falamos pelo Orkut.
Tatazinha (Fantasy Island)
E-Mail: fantisland@gmail.com

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